quinta-feira, 21 de janeiro de 2010

A Imagem de Marina

Qual imagem que os Marketeiros de Marina Silva irão vender a seus eleitores?

Marina Silva - Ex-PT, mulher aguerrida frente a problemática ambiental terá sua chance na disputa, pelo maior cargo do país, se candidata for. O desejo já está posto, contudo, outros líderes militantes da mesma área, em nada avançaram com o discurso pró-verde. É óbvio que o movimento verde nos dias atuais, está mais consolidado e com uma nova proposta. E não se pode esquecer que Marina foi Ministra do Meio Ambiente, limitada por Dilma, mas foi ministra. Diante disso, Marina pleitea o cargo de Presidente da República, mas qual imagem ela passará a seus eleitores? Será que o Brasil já está "maduro" para "ENVERDAR" num projeto pró-verde? E o fato de ser mulher, como seria avaliado pelos eleitores, haja vista que, Dilma também pode vir a ser candidata?

Marina está quieta, apenas observando as peças se mexerem, mas continua articulando nos bastidores, atendendo companheiros, prefeitos, deputados e traçando estratégias. Diante da bagunça entre PT e PSDB, Marina poderá vir a ser beneficiada, se ficar longe dessa confusão. Mas as respostas para tantas perguntas , somente deverá ser respondida pelas urnas. A nós eleitores cabe avaliar muito bem os candidatos (as), já que pouquíssimos até o momento mostraram-se pré-candidatos com projetos reais para o Brasil. Muito embora , alguns analistas consideram Marina como a vice ideal para José Serra, outros dizem que Marina não quer nem ver o governador paulista. Enquanto o circo pega fogo, Marina fica na espreita, a esperar o momento propício para o ataque.

terça-feira, 19 de janeiro de 2010

Vitória da oposição é o FIM do PAC?

Vitória da oposição é o FIM do PAC? Será ? Sei não... é forçar muito né?

Em MG, Dilma diz que vitória da oposição seria o fim do PAC
Ao lado de Lula, ministra poupou o governador Aécio Neves, a quem chamou de parceiro republicano

SÃO PAULO - Em sua primeira agenda em território mineiro e tucano no ano em que pode sair candidata à sucessão do presidente Lula, a ministra Dilma Roussef (Casa Civil) não perdeu tempo e já brindou a plateia em grande comício, nesta terça-feira, 19, no Vale do Jequitinhonha, castigado pela miséria e exclusão. Fez promessa e atacou a oposição, que segundo ela, irá cancelar o Programa de Aceleração do Crescimento (PAC), caso eleja o próximo presidente. ..http://www.estadao.com.br/noticias/nacional,em-mg-dilma-diz-que-vitoria-da-oposicao-seria-o-fim-do-pac,498135,0.htm.

Fonte Estadão
Foto: Portal UAI

Minas Gerais dará o VICE a SERRA

Itamar pode ser solução mineira ao lado de Serra

Após a saída do governador mineiro Aécio Neves (PSDB) da disputa presidencial e de suas reiteradas negativas em aceitar ser o vice do governador de São Paulo, José Serra (PSDB), o nome do ex-presidente Itamar Franco (PPS) começou a ser ventilado como uma solução mineira para a campanha do tucano paulista.

Para aliados de Aécio, Itamar recuperaria os votos supostamente perdidos pelo PSDB com a saída do governador mineiro do páreo.

Porém, há problemas. O gênio imprevisível de Itamar associado à bagagem presidencial não agradariam ao grupo de Serra, em especial, ao próprio governador paulista.

Questionado sobre essa possibilidade, Itamar prefere desconversar. Segundo o ex-presidente, ele irá esperar o governador Aécio Neves decidir o seu futuro para só então anunciar os seus próximos passos. (MR)


Minha opinião: Liquidaria de vez as cahnces de Dilma em tentar arrebatar votos aqui em Minas Gerais, além de criar a maior dor de cabeça a Lula, porque além de Itamar não ter papas na língua, sabe muitaaaaaaa coisa de bastidor. A adesãod e Itamar ao projeto da oposição pode fazer o jogo virar completamente, "matando Hélio Costa, Patrus e Dulci (esse é morto mesmo, é só bom de bastidor) e o palanque petista em MG.

Lula é Analfabeto Político?

O novo salário, que passa a valer a partir do mês de janeiro de 2010 (recebimento em fevereiro) é de R$510,00.

Por isso é que eu AMO o LULA sabe por que?

Aumentou o salário mínimo, o bolsa família aumentou o ano passado e....

.............O gás de cozinha e a gasolina já estão nas nuvens e aumentando sem parar..

O arroz e o feijão disparam...

O preço do paozinho de sal (francês o quilo) aumentou também, em razão do aumento da a farinha..

Adoro meu Lulão, o negócio dele é aumentar e aumentar e aumentar e aumentar.... se conseguirá parar?

Nem o analfabeto político dará conta se SOMAR todos esses aumentos!! Lembre-se que pior analfabeto é o político, porque não sabe o preço do arroz e do feijão....

Eu não sou anafabeto político não, isso não sou mesmo, MAS se tivesse um cartão CORPORATIVO infinito como é o da Presidência da República (sabe aqueles que você pode ir a loja comprar o que quiser e pôr na conta do GABINETE INSTITUCIONAL DA PRESIDÊNCIA DA REPÚBLICA), eu seria o analfabeto político com gosto e de terno Armanni.

E você é analfabeto político ou tem cartão COORPORATIVO, ou tem uma terceira via?

quarta-feira, 6 de janeiro de 2010

Lula VS FHC: Uma visão equivocada

Aécio Neves

Opartido precisa ter posições "mais claras em relação a diversos temas", com o objetivo de enfrentar a estratégia do presidente Lula de tentar transformar a eleição em uma disputa plebiscitária entre sua gestão e a do ex-presidente Fernando Henrique Cardoso. Embora faltem alguns meses para o início oficial da corrida eleitoral, o PT já dá como consolidada a candidatura da ministra-chefe da Casa Civil, Dilma Rousseff, à sucessão presidencial.

Na visão do governador de Minas, trata-se de uma "comparação equivocada". Segundo ele, o grande mérito do governo Lula foi a "continuidade" da gestão FHC em "questões fundamentais", como a condução da política macroeconômica e o "aprofundamento" das políticas sociais. "Por mais que alguns petistas não gostem".

Comentem.

Luz para todos (as)

Efeito Dilma, ou efeito Temer, jogo é jogado?

Após declarações de Lula sobre os possíveis vices na chapa de Dilma e sua lista tríplice do PMDB, os efeitos foram imediatos, bem como as respostas do que do JOGO fazem parte.

Eleito por como presidente do PMDB de Minas Gerais, o Deputado Antônio Andrade (candidato da oposição a Hélio Costa) já deu o TOM para os petistas e mandou recado para Lula.

O PMDB em Minas Gerais apoiará Dilma se o PT apoiar nosso candidato ao governo. Como o PT tem 02 bons nomes a sucessão de Aécio, é um escolha interna. O Antônio deixou de dizer é que o PT Mineiro tá RACHADIM, RACHADIM.

Contrariando meu querido colega Sacripanthas que disse que Michel Temer jamais teria dito que gostaria de ser vice de Dilma, (acho que não anda lendo muitos jornais e nem conversando nos bastidores), o dito cujo, já soltou o verbo, dizendo que o PMDB é governo é fim de papo.

Diante desses entrelaços políticos Serra e Aécio estão quietos, observando o jogo. Contudo Aécio anuncia que não será candidato em janeiro (pra mim só vai formalizar, pq sai mesmo para o Senado), abrindo caminho para o Serra entrar de vez no jogo. Aliás o termo correto não seria entrar, mas não sair dele, porque será o único no PSDB a pleitear o posto. Fico pensando como Serra se saírá eleitoralmente em Minas Gerais, porque os mineiros não são muito fãs dele. Mesmo Aécio fechando integralmente com Serra, sei não viu. O palanque Petista aqui é enorme e tem o ministro do Bolsa Família e o melhor prefeito do país por 04 vezes. Será interessante...

Em conversa com amigos (as) deputados, adeptos da teoria da Conspiração, vejam só o que já ponderam:

Aécio sai do jogo nacional. Serra é o único candidato. daí...

Para resolver o problema do PT em Minas, o PMDB dá o vice de Dilma, mas não Temer e sim HÉLIO COSTA (por falar bem com o globo).. Putz que doideira...mas vejam só..

Patrus Ananias seria o candidato petista ao governo de Minas (mas e Pimentel???),

Iria para a coordenação de campanha de Dilma (como são amigos..)

Aécio poderia descontar em Patrus a derrota de 1992, mas agora no governo de Minas

Serra disputa com Dilma, tenta implacar Alkimin ou outro qualquer e tentar CALAR de vez por todas seu rival Ciro Gomes.

Achei interessante por aí coloquei aí. E vc s o que acham?

O dilema de Serra

Quando avaliou que o caminho seria complicado, abriu mão do direito que seus companheiros lhe davam. Passou a batata quente para o Alckmin.

Às vezes, quem está de fora do mundo político não entende bem o porquê de determinadas questões que preocupam quem está dentro. Por exemplo: por que os profissionais do ramo sempre falam nas dúvidas que o governador José Serra teria de assumir sua candidatura presidencial? Qual seria o fundamento dessa conversa, se ele tem uma vantagem tão confortável nas pesquisas?

O cidadão comum está acostumado, ao contrário, a ver candidatos que ostentam intenções de voto como as dele, na casa dos 40%, ficar inteiramente à vontade. Quem já não viu o sorriso do político que alcança esses píncaros e que lá permanece durante meses e meses? Tudo nele transpira autoconfiança, sua voz, seus gestos, suas ações. Ninguém precisa lhe perguntar se vai ser de fato candidato. E ai de quem especular sobre se sua vontade é firme ou se vai refugar na hora H.

Serra dá sinais de muitas coisas, menos desse à vontade. Ao seu redor, assessores e aliados insistem em dizer que sua decisão está tomada faz tempo e que é inabalável. Nada faria com que abrisse mão da disputa pela Presidência, pois ele não trabalharia com a hipótese de se contentar com a reeleição em São Paulo.

PORQUE, ENTÃO, essas suspeitas permenecem no MEIO POLÍTICO?

Mesmo agora, depois que Aécio Neves deixou o campo livre para ele?

alvez a explicação esteja na personalidade do governador, que o leva a ter dificuldade de transmitir a seus interlocutores, no plano do comportamento, a mesma segurança que transmite nas ideias e convicções.

Talvez tudo venha do que ocorreu em 2006. Quem conhece em algum detalhe a história do processo pelo qual passaram os líderes tucanos, sabe que não é impossível que Serra deixe todo mundo esperando e termine por optar pela linha de menor risco. Enquanto achou que poderia derrotar Lula com facilidade, se manteve no páreo. Quando avaliou que o caminho seria complicado, abriu mão do direito que seus companheiros lhe davam. Passou a batata quente para o Alckmin.

Se esse episódio estabelece um padrão, quem sabe ele não se repete ano que vem? Será que o governador, desta vez, vai mesmo? Ou será que está ainda esperando para saber como é que as coisas vão ficar?

Curiosamente, tudo tem a ver com as pesquisas. As mesmas que o tornaram uma espécie de inevitabilidade, a partir de quando apontaram seus 40%. O número falou alto, apesar de sua falibilidade e da óbvia inconveniência de que substitua a escolha política.

Andamos quase três anos e a bola continua com as pesquisas. De novo, serão elas que vão ditar o que o governador fará e, por conseguinte, o que farão as oposições, pois foi assim que elas se colocaram: no aguardo de Serra.

O problema para o governador é que, nem tão cedo, as pesquisas nacionais lhe darão a certeza que quer. De que vai ganhar e aí deixa para trás as preocupações e abraça a candidatura a presidente. Ou de que vai perder, o que faria com que preferisse a alternativa paulista, em relação à qual se sente seguro.

Serra quer que o relógio da política obedeça a seu ritmo, andando devagarinho enquanto pensa e faz cálculos. Foi bom para seus aliados que, em 2006, ele se convencesse cedo de que não valia a pena se arriscar. Em 2010, no entanto, parece que vai prolongar-lhes a agonia. Menos de Aécio, que, conforme disse, readquiriu o controle de seu próprio tempo.

De tudo isso, um registro a fazer. Serra, ao longo de sua carreira no Congresso e no Executivo, é um dos políticos brasileiros que mais se empenhou em disciplinar e estabelecer controles para as atividades de pesquisa no Brasil. Talvez porque não consiga se libertar delas.

Sociólogo e cientista político, Marcos Coimbrã

Reinaldo Azevedo: Serrista por Conviccao ou de Ocasião?

“Serra critica política econômica, mas elogia BNDES

deu no correio Brasiliense

http://www.correiobraziliense.com.br/app…

O governador de São Paulo, José Serra (PSDB), criticou hoje a política econômica do governo federal, mas fez ressalvas ao Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), que recebeu elogios por sua política de financiamento de obras de infraestrutura no país, especialmente na área de transporte.

“Todo o Brasil sabe que eu tenho divergências sobre a política econômica do governo federal, que, em seu conjunto, tem partes corretas e partes erradas”, afirmou o governador. “A errada é a política monetária e de câmbio, que, aliás, prejudica as atividades de produção de bens e equipamentos porque a indústria se torna pouco competitiva. O estrangeiro cada vez mais pode vender mais barato ao Brasil porque o dólar tem um valor irreal, e isso está acontecendo de novo”, disse Serra.

“Agora, tem o lado certo da política econômica do governo, e um desses aspectos é a política do BNDES. Queria publicamente aqui congratular a ação que o banco vem fazendo sob a presidência de Luciano Coutinho. Não estou dizendo isso porque o Luciano é meu amigo, colega da Universidade de Campinas e estudou na mesma universidade que eu nos Estados Unidos. Estou fazendo uma homenagem que faria a uma pessoa como homem público, pelo trabalho que vem fazendo”, declarou.“

E tem mais:

““Temos de defender o BNDES, o FAT e essa prática de o FAT financiar o desenvolvimento porque ela está sempre sob perigo. Vive tendo gente escrevendo contra isso e, se no futuro pudessem, fariam uma modificação. Mas no caso teriam de passar pelo nosso cadáver, coisa que não vai acontecer porque ainda vamos viver muitos anos”, afirmou.

“Quero dizer também que o BNDES empresta recursos do FAT, que não são recursos subsidiados. Tem muita gente neoliberal em economia dizendo que para baixar juros não tinha que ter juro oficial, tinha que nivelar tudo. Aí ninguém conseguiria investir em nada, até porque no Brasil não tem financiamento interno para trens. Ou pega lá fora ou pega do BNDES. Vocês imaginam se tirarem esse dinheiro”, afirmou. “O FAT foi resultado de uma iniciativa minha na Constituinte. Na época eu coloquei 40% para ser investido a cada ano no BNDES. Deveria ter posto 80%, mas na época parecia bastante.”

***

Pois é, o apoio do Tio Rei a Serra fica cada vez mais estranho.

Por exemplo, Tio Rei vive dizendo que a única virtude do governo atual é não ter destruído a política econômica do governo anterior. Mas Serra critica a atual política econômica _ tal como criticava a política econômica anterior. Aliás, basta ver as críticas dele à política cambial para vermos onde é que ele pretende parar.

Por outro lado, Serra elogia o BNDES. Eis, por exemplo, o que Tio Rei acha do BNDES:

“Lula mudou uma lei apenas para permitir que Sérgio Andrade, seu amigo, principal financiador de sua campanha e um dos donos da Oi, comprasse a Brasil Telecom. Não! Escrevi errado: ele mudou a lei para LEGALIZAR uma compra que já havia sido feita. Mas não só isso: o BNDES, um banco público, foi um dos financiadores da operação. Dada a seqüência temporal, um banco oficial se comprometeu a financiar uma operação ilegal. Mas se tinha a certeza de que o Apedeuta cumpriria a sua parte. E ele cumpriu. Fundos de pensão – vale dizer: sindicatos de estatais – são donos de uma parcela da Oi. Assim, dinheiro público, do BNDES, financia a fatia do “privatismo” do sindicalismo petista – que é onde, hoje em dia, está o dinheiro.”

Além de continuar repetindo uma mentira esperando que ela se transforme em uma verdade _ o governo não teve que alterar Lei alguma para viabilizar a fusão da BrT com a Oi _ Tio Rei mete o malho no BNDES.

Então, porque é que Tio Rei apóia Serra? Das duas uma:

a) Ou o problema dele não é de fato o BNDES ou a política econômica, mas apenas um compromisso de apoiar Serra (e aí entra a minha suspeita de que ele seja apenas a linha auxiliar para atrair a direita para Serra);

b) Ou ele detesta tanto a esquerda a ponto de apoiar Serra como o que percebe ser o menor dos males.

“Opiniões?”


FONTE: blog hermenauta